
Até as 10h desta quarta-feira (20), os brasileiros já haviam desembolsado R$ 2,5 trilhões em impostos, taxas e contribuições, segundo o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O valor representa um aumento de 9,3% em relação ao mesmo período do ano passado.
O crescimento na arrecadação é atribuído a diversas medidas fiscais adotadas pelo governo, como:
- Taxação das apostas esportivas: introdução de tributos sobre o setor de apostas, ampliando a base de arrecadação.
- Elevação do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras): aumento na alíquota, impactando operações de crédito e câmbio.
- Aumento do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços): reajuste nas alíquotas, afetando o custo de bens e serviços.
- Tributação de fundos offshores: imposição de impostos sobre investimentos em paraísos fiscais, visando combater a evasão fiscal.
- Reoneração da folha de pagamentos: fim da desoneração da folha em setores específicos, resultando em maior carga tributária para as empresas.
Especialistas destacam que essas medidas refletem uma estratégia do governo para aumentar a arrecadação e financiar políticas públicas, embora também gerem discussões sobre o impacto no bolso dos contribuintes e na competitividade das empresas.