
A 28ª edição da Marcha para Jesus reuniu milhares de fiéis na tarde deste sábado (28), em Cuiabá, e contou com forte presença de autoridades políticas, entre elas o prefeito Abilio Brunini (PL), que aproveitou o momento para fazer declarações de impacto.
Durante seu discurso, o chefe do Executivo cuiabano afirmou que, “se depender dele, Cuiabá terá mais igrejas do que bares”, e ainda defendeu que os dependentes químicos encontrem acolhimento nas igrejas. “Se depender de nós, nós vamos ter todos os dependentes químicos dentro da igreja, buscando o Senhor”, disse Abilio, em meio aos aplausos do público.
O evento é organizado pelo Conselho de Ministros Evangélicos Cristãos de Mato Grosso (COMEC/MT) e teve concentração na Praça 8 de Abril, com caminhada até a Arena Pantanal, onde ocorreram shows com artistas do cenário gospel, como Júlia Vitória, Bispo Rinaldo Silva, André e Felipe, Pedro Nascimento, Louvor Aliança, Kedima Rocha, Banda Su7, entre outros.
Discurso de fé e esperança
Também presente, o governador Mauro Mendes (União) fez um discurso com tom espiritual e de alerta social. Ele destacou os desafios vividos pela sociedade e a importância de fortalecer a fé. “No momento em que o mundo vive tantas e tantas violências, é nesses momentos que nós temos que fortalecer a nossa fé e buscar seguir o ensinamento escrito no mais importante livro da humanidade, a nossa Bíblia Sagrada”, declarou o governador, citando o Salmo: “Bem-aventurado e feliz é o povo onde Deus é o Senhor”.
Além de Abilio e Mauro, participaram do ato o secretário-chefe da Casa Civil Fábio Garcia (União), os deputados federais José Medeiros (PL) e Coronel Fernanda (PL), os vereadores Dilemário Alencar e Michelly Alencar (ambos do União Brasil), além da vereadora e primeira-dama Samantha Íris (PL).
Encontro de fé, música e política
Com forte apelo religioso e presença popular, a Marcha para Jesus deste ano mais uma vez uniu fé, música e mobilização política, consolidando o evento como uma das principais manifestações religiosas de rua de Mato Grosso. Para os organizadores, o encontro é uma demonstração pública de que a fé cristã tem papel ativo na sociedade, especialmente em tempos de incertezas e instabilidade social.