
O criminoso Ademirço Alves Emidio Junior, conhecido como “Juninho” e apontado como um dos mais procurados do Espírito Santo, foi preso na última quarta-feira, 6 de agosto, após anos de buscas pela polícia. Condenado a 25 anos de prisão pelo crime de latrocínio ocorrido em maio de 2020, em Marataízes, ele foi inicialmente encaminhado à 126ª Delegacia de Cabo Frio e, posteriormente, transferido para o sistema prisional capixaba.
Desde a prisão, um fato inusitado tem chamado a atenção das autoridades: mulheres têm formado fila para realizar visitas íntimas ao detento. A situação gerou preocupação sobre a segurança da unidade prisional e o controle das interações permitidas aos internos, especialmente diante da possibilidade de influência que “Juninho” possa exercer mesmo atrás das grades.
Especialistas apontam que casos como este podem estar relacionados à hibristofilia, uma parafilia caracterizada pela atração sexual ou romântica por indivíduos que cometeram crimes violentos. Episódios semelhantes já ocorreram no Brasil e no exterior, como nos casos do “Maníaco do Parque” e do serial killer Ted Bundy, que receberam atenção e cartas de admiradoras mesmo após condenações graves.