Conhecida pelo apelido de Bibi, a filha do vocalista da banda Queen enfrentava um cordoma, tipo raro de tumor que afeta a coluna vertebral. A morte foi confirmada por familiares ao tabloide Daily Mail. Ela passou por anos de tratamento e, de acordo com o marido, Thomas, morreu de forma tranquil
Bibi deixou dois filhos, de nove e sete anos. Ainda segundo o companheiro, as cinzas foram espalhadas nos Alpes. Em declaração ao jornal britânico, Thomas afirmou que a esposa sempre manteve uma ligação profunda com o pai. “Agora ela está com o pai que tanto amava”, disse.
A existência da filha de Freddie Mercury só se tornou pública em 2025, com o lançamento do livro Love, Freddie, da escritora e jornalista Lesley-Ann Jones. A obra revelou que Bibi nasceu em 1976, fruto de um relacionamento extraconjugal do cantor com a namorada de um amigo próximo. Até então, a informação era conhecida apenas por um grupo restrito de pessoas do convívio do artista.
Segundo a biografia, Freddie Mercury mantinha uma relação próxima com a filha e a chamava por apelidos carinhosos como “tesouro” e “minha pequena sapinha”. O livro aponta ainda que algumas músicas do cantor teriam sido inspiradas na relação entre pai e filha, como Bisou e Don’t Try So Hard.
Abalada com a morte, Lesley-Ann Jones afirmou que Bibi decidiu tornar sua história pública para corrigir versões distorcidas sobre a vida do cantor. De acordo com a autora, mesmo enfrentando uma doença grave, ela priorizou o projeto. No livro, Bibi relata que sempre reconheceu Freddie Mercury como pai e descreve a relação entre eles como afetuosa e constante até a morte do artista, em 1991.
