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O caso do pastor Eduardo Costa, que viralizou após ser flagrado usando calcinha e peruca em Goiânia, ganhou nova repercussão ao se descobrir que ele é servidor público há 44 anos. Atualmente, ocupa o cargo de analista judiciário no Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), com vencimentos mensais que chegam a R$ 39 mil brutos, equivalentes a cerca de R$ 28,8 mil líquidos.
Além de sua atuação no TJGO, Costa é bispo evangélico, cantor gospel e apresentador de programas religiosos. Ele possui cerca de 1.600 seguidores em seu Instagram privado, onde compartilha conteúdos relacionados à sua fé e ministério.
O episódio que gerou repercussão nas redes sociais ocorreu quando Costa foi flagrado usando roupas femininas próximo a um bar em Goiânia. Em resposta, ele afirmou que o uso da vestimenta fazia parte de uma investigação pessoal para localizar um endereço e que foi filmado sem seu consentimento.

O caso gerou discussões sobre identidade de gênero, privacidade e o papel dos servidores públicos. Enquanto alguns defendem a liberdade individual de expressão, outros questionam a adequação de comportamentos pessoais de servidores em suas funções. A situação também levantou debates sobre a necessidade de políticas mais claras sobre conduta e imagem institucional no serviço público.